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Presidente Nixon chega a Moscou para cúpula histórica

Presidente Nixon chega a Moscou para cúpula histórica


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Em 22 de maio de 1972, o presidente Richard Nixon chega a Moscou para uma reunião de cúpula com líderes soviéticos.

Embora tenha sido a primeira visita de Nixon à União Soviética como presidente, ele já havia visitado Moscou uma vez - como vice-presidente dos Estados Unidos. Como vice-presidente de Eisenhower, Nixon fez viagens oficiais frequentes ao exterior, incluindo uma viagem a Moscou em 1959 para visitar a capital soviética e para participar da Feira Comercial e Cultural dos EUA no Parque Sokolniki. Logo após a chegada do vice-presidente Nixon em julho de 1959, ele abriu um debate informal com o líder soviético Nikita Khrushchev sobre os méritos e desvantagens dos sistemas políticos e econômicos de seus governos. Conhecido como o “Debate da Cozinha” por causa de uma troca particularmente acalorada entre Khrushchev e Nixon que ocorreu na cozinha de uma casa modelo dos EUA na feira americana, o diálogo foi um momento decisivo na Guerra Fria.

A segunda visita de Nixon a Moscou em maio de 1972, desta vez como presidente, teve um propósito mais conciliatório. Durante uma semana de reuniões de cúpula com o líder soviético Leonid Brezhnev e outros oficiais soviéticos, os Estados Unidos e a URSS chegaram a uma série de acordos, incluindo um que lançou as bases para um vôo espacial conjunto em 1975. Em 26 de maio, Nixon e Brezhnev assinaram o Tratado de Limitação de Armas Estratégicas (SALT), o mais significativo dos acordos alcançados durante a cúpula. O tratado limitava os Estados Unidos e a URSS a 200 mísseis antibalísticos cada, que deveriam ser divididos entre dois sistemas defensivos. O presidente Nixon voltou aos Estados Unidos em 30 de maio.


Presidente Nixon chega a Moscou para cúpula histórica - HISTÓRIA

Em 26 de maio, um tratado para deter a corrida às armas nucleares, conhecido como Conversas sobre a Limitação de Armas Estratégicas (Salt), foi assinado no Kremlin pelo presidente Nixon e pelo Sr. Brezhnev.

O acordo, que foi o culminar de quase três anos de negociações entre as duas superpotências, limitou cada superpotência a 200 mísseis nucleares defensivos e congelou o número de mísseis balísticos intercontinentais pelos próximos cinco anos.

Também foi alcançado um acordo destinado a estabelecer condições mais favoráveis ​​para o desenvolvimento de laços comerciais e outros laços econômicos entre os EUA e a URSS.

Os dois países também concordaram em fazer sua primeira aventura tripulada conjunta no espaço em junho de 1975.

Outros acordos relativos a incidentes no mar, ciência e tecnologia, saúde e meio ambiente também foram firmados.

Pouco progresso foi feito no Oriente Médio ou no Vietnã, embora os dois lados concordassem em continuar as negociações sobre os dois assuntos.


Neste dia em 1972: Nixon visita Moscou

Em 22 de maio de 1972, o presidente Richard Nixon chegou a Moscou para uma reunião de cúpula com líderes soviéticos. Durante uma semana de reuniões com o líder soviético Leonid Brezhnev e outros oficiais soviéticos, os Estados Unidos e a URSS chegaram a uma série de acordos, incluindo um que lançou as bases para um vôo espacial conjunto em 1975.

Em 22 de maio de 1972, o presidente Richard Nixon chegou a Moscou para uma reunião de cúpula com líderes soviéticos. Durante uma semana de reuniões com o líder soviético Leonid Brezhnev e outros oficiais soviéticos, os Estados Unidos e a URSS chegaram a uma série de acordos, incluindo um que lançou as bases para um vôo espacial conjunto em 1975. Em 26 de maio, Nixon e Brezhnev assinaram o Tratado de Limitação de Armas Estratégicas (SALT), o mais significativo dos acordos alcançados durante a cúpula. O tratado limitava os Estados Unidos e a URSS a 200 mísseis antibalísticos cada, que deveriam ser divididos entre dois sistemas defensivos. O presidente Nixon voltou aos Estados Unidos em 30 de maio.

A visita de Nixon a Moscou neste dia em 1972 foi um passo em direção à conciliação (na forma de cooperação espacial e a assinatura do tratado de controle de armas SALT) no auge da Guerra Fria. Hoje, os Estados Unidos e a Rússia podem estar há mais de duas décadas distantes da Guerra Fria, mas há poucos sinais de que haja uma conciliação entre nossos países no horizonte.

O Embaixador James Collins expôs suas explicações para esse frio nas relações e suas recomendações sobre o que é necessário no futuro, em seu discurso de aceitação do Prêmio Woodrow Wilson de Serviço Público no Jantar Davis do Kennan Institute.


Cimeira de Moscou, dezembro de 1971 a maio de 1972

83. Memorando de Conversação

Fonte: Arquivos Nacionais, Materiais Presidenciais de Nixon, Arquivos Especiais da Casa Branca, Arquivos do Gabinete do Presidente, Caixa 87, início em 12 de dezembro de 1971. Extremamente secreto. O encontro aconteceu na Junta Geral, em Angra do Heroísmo. Uma transcrição mais completa da reunião está agendada para publicação em Foreign Relations, 1969–1976, volume XLI, Western Europe NATO, 1969–1972. Em preparação para a reunião de cúpula entre Nixon e Pompidou, de 13 a 14 de dezembro nos Açores, Kissinger enviou a Nixon um memorando informativo em 10 de dezembro que informava: “Sobre as questões Leste-Oeste (MBFR, Conferência Europeia), as diferenças são relativamente pequenas e , em qualquer caso, maior entre os dois escritórios estrangeiros do que entre você e Pompidou. ” Nixon escreveu de volta na margem do memorando: “MBFR - (1) Vamos em frente— (2) Consultar o CES.” (Arquivos Nacionais, Nixon Presidential Materials, nnnnn NSC Files, Box 473, President’s Trip Files, Azores Visit - Meeting with President Pompidou, 12 / 13-14 / 71)

84. Nota Editorial

85. Nota Editorial

86. Nota Editorial

87. Atas de uma reunião do Comitê do Grupo de Revisão Sênior

Fonte: Arquivos Nacionais, Nixon Presidential Materials, NSC Institutional Files (H – Files), Box H – 113, SRG Meetings Minutes, Originals, 1972–1973. Ultra secreto. A reunião aconteceu na Sala de Situação da Casa Branca.

88. Transcrição da conversa telefônica entre o Secretário de Estado Rogers e o Assistente do Presidente para Assuntos de Segurança Nacional (Kissinger)

Fonte: Arquivos Nacionais, Nixon Presidential Materials, Henry A. Kissinger Telephone Transcripts (Telcon s), Box 13, Cronological File. Sem marcação de classificação.

89. Memorando de Decisão de Segurança Nacional 162

Fonte: Arquivos Nacionais, Nixon Presidential Materials, NSC Files, Box 482, President’s Trip Files, MBFR - CSCE Backup Book, Part 1. Top Secret. Cópias foram enviadas ao Diretor de Inteligência Central e ao Diretor Interino da Agência de Controle de Armas e Isenção de Responsabilidade.

90. Nota Editorial

91. Memorando de conversação

Fonte: Arquivos Nacionais, Nixon Presidential Materials, NSC Files, Kissinger Office Files, Box 72, Country Files, Europe, URSS, HAK Moscow Trip — April 1972, Memcon s. Top Secret Sensitive Eyes Only. A reunião foi realizada na Guest House em Vorobyevskii Road. Para o texto completo do memorando de conversa, ver Foreign Relations, 1969–1976, Vol. XIV, União Soviética, outubro de 1971 a maio de 1972, Documento 139.

92. Nota Editorial

93. Memorando do Assistente do Presidente para Assuntos de Segurança Nacional (Kissinger) ao Presidente Nixon

Fonte: Arquivos Nacionais, Nixon Presidential Materials, NSC Files, Box 487, President’s Trip Files, The President’s Conversations in Salzburg, Moscow, Tehran and Warsaw, May 1972, Part 1. Secret Sensitive Eyes Only. Uma anotação na primeira página diz: “O presidente viu.” O presidente Nixon visitou a Áustria de 20 a 22 de maio a caminho da reunião de cúpula na União Soviética. Para obter o texto completo do memorando, consulte Relações Exteriores, 1969–1976, volume XIV, União Soviética, outubro de 1971 a maio de 1972, Documento 253.

94. Memorando de conversação

Fonte: Arquivos Nacionais, Materiais Presidenciais de Nixon, Arquivos NSC, Box 487, Arquivos de Viagem do Presidente, Conversas do Presidente em Salzburgo, Moscou, Teerã e Varsóvia, maio de 1972, Parte 1. Extremamente secreto Sensível exclusivamente para os olhos. A reunião foi realizada no Gabinete do Secretário-Geral do Kremlin. Para obter o texto completo do memorando, consulte Relações Exteriores, 1969–1976, volume XIV, União Soviética, outubro de 1971 a maio de 1972, Documento 257.

95. Memorando de Conversação

Fonte: Arquivos Nacionais, Materiais Presidenciais de Nixon, Arquivos NSC, Box 487, Arquivos de Viagem do Presidente, Conversas do Presidente em Salzburgo, Moscou, Teerã e Varsóvia, maio de 1972, Parte 1. Extremamente secreto Sensível exclusivamente para os olhos. A reunião aconteceu no Salão de Santa Catarina, no Grande Palácio do Kremlin. Para obter o texto completo do memorando, consulte Relações Exteriores, 1969–1976, volume XIV, União Soviética, outubro de 1971 a maio de 1972, Documento 265.

96. Telegrama do Secretário de Estado Rogers para o Departamento de Estado

Fonte: Arquivos Nacionais, Nixon Presidential Materials, NSC Files, Box 475, President’s Trip Files, Moscow Trip, maio de 1972, pt. 4. Nodis secreto.

97. Memorando de conversação

Fonte: Arquivos Nacionais, Nixon Presidential Materials, NSC Files, Kissinger ’s Office Files, Box 73, Country Files, Europe, URSS, Mr. Kissinger’ s Conversations in Moscow, May 1972. Top Secret Sensitive Eyes Only. Todos os colchetes, com exceção daqueles que indicam material omitido, estão no original. A reunião aconteceu no Salão de Santa Catarina, no Grande Palácio do Kremlin. Para obter o texto completo do memorando, consulte Relações Exteriores, 1969–1976, volume XIV, União Soviética, outubro de 1971 a maio de 1972, Documento 288.


Quinta-feira, 22 de maio de 2008

Nixon chega a Moscou


1972: o presidente Nixon chega a Moscou

O presidente Richard Nixon chegou a Moscou para conversar com líderes soviéticos.
Ele foi recebido com modéstia ao descer do avião no aeroporto de Vnukovo com sua esposa.
A festa de boas-vindas consistiu do presidente soviético Nikolai Podgorny, do primeiro-ministro Alexei Kosygin e do ministro das Relações Exteriores Andrei Gromyko.
Uma cerimônia de vinte minutos, durante a qual o presidente inspecionou brevemente uma guarda de honra, foi realizada e transmitida ao vivo pela televisão de Moscou.

Os hinos nacionais de ambos os países foram tocados e um grupo cuidadosamente selecionado de cidadãos soviéticos obedientemente, mas silenciosamente, agitou bandeiras americanas e soviéticas.

Muitos observadores esperavam que a guerra no Vietnã e a corrida às armas nucleares estivessem no topo da agenda.
Pela primeira vez na história, a bandeira das estrelas e listras da América voou sobre o Grande Palácio do Kremlin para marcar a visita.
Esta noite, o Presidente Nixon e sua esposa participaram de um banquete no Kremlin. O casal caminhou por um tapete vermelho e subiu uma escada de 60 degraus até o salão de banquetes Granovit, onde os dois presidentes brindaram à paz.
Existem diferenças conhecidas entre os dois homens em questões como a guerra no Vietnã e no Oriente Médio.
O Presidente Nixon falou sobre a necessidade de cooperação e reciprocidade entre os dois países em seus esforços para vencer as doenças, melhorar o meio ambiente e expandir o comércio bilateral e os laços econômicos.
Ele disse que estava ansioso para tornar a cúpula memorável por sua substância.

Durante seu discurso, ele aludiu ao Vietnã: "Devemos reconhecer que é responsabilidade das grandes potências influenciar outras nações em conflito ou crise para moderar seu comportamento."

Ele também falou de um possível acordo de armas que, disse ele, "poderia começar a desviar nossos países de uma corrida armamentista perdulária e perigosa e em direção a mais produção para a paz".

O presidente Podgorny disse que a União Soviética não queria apenas relações boas, mas amigáveis ​​com os EUA.


Nixon Returns - O Tour pelo Oriente Médio

Nixon voltaria à Áustria pela terceira vez, cerca de dois anos depois, voando novamente para Salzburgo para se encontrar com o chanceler federal Bruno Kreisky. Como O jornal New York Times observado em 12 de junho de 1974, Nixon se encontrou com Kreisky, que recentemente liderou um Internacional Socialista missão de averiguação em um tour pelas capitais do Oriente Médio, em preparação para sua próxima viagem ao Oriente Médio. “Kreisky compartilhou suas observações com o presidente durante uma conversa de uma hora e 40 minutos”, escreveu o jornal. Os destinos de Nixon durante essa viagem incluíram Egito, Arábia Saudita, Síria, Jordânia e Israel - a primeira visita de um presidente dos EUA em exercício no jovem estado judeu, cerca de um ano depois de enfrentar sua crise existencial. Além disso, o chanceler Kreisky também havia concluído recentemente uma visita oficial a Moscou, que estava novamente na lista de viagens do presidente Nixon apenas duas semanas depois. Naquela época, na Áustria, Nixon era o presidente mais viajado da história dos Estados Unidos.

O presidente Richard Nixon chega a Salzburgo em 10 de junho de 1974, antes de sua viagem ao Oriente Médio. Ao lado dele está o chanceler Bruno Kreisky, o ministro das Relações Exteriores Rudolf Kirchschläger está atrás dele - poucos dias depois, em 23 de junho, Kirchschläger foi eleito presidente federal.

Foto: Biblioteca Nacional Austríaca

Mas Nixon havia deixado uma já sitiada Casa Branca em casa, a Watergate um escândalo pairava sobre sua presidência. O secretário de imprensa da Casa Branca, Ronald, L. Ziegler, disse O jornal New York Times que „o presidente estava mantendo contato com a Casa Branca sobre todos os assuntos domésticos por meio de comunicações a cabo e de voz. Ele disse que não foi necessário ter nenhum contato com nenhum dos advogados presidenciais e se recusou a discutir uma questão sobre as possibilidades de impeachment se Nixon se recusar a obedecer às decisões da Suprema Corte. "O presidente acabaria renunciando cerca de dois meses depois, em 8 de agosto de 1974, enfrentando certo impeachment.

Mas Watergate não foi o único problema para Nixon nesta viagem. Como o historiador Stephen Ambrose aponta em Nixon Volume III: Ruína e Recuperação, Henry Kissinger planejava realizar uma coletiva de imprensa na chegada a Salzburg para abordar um Tempo editorial. Nixon se opôs à ideia, temendo que tal movimento "só fizesse o que eles queriam, dando-lhes uma pista de Watergate para sua primeira história desta viagem", disse Nixon a seu chefe de gabinete Alexander Haig no avião. Apesar de tudo, Kissinger deu uma entrevista coletiva contra as objeções de seu chefe após sua chegada a Salzburgo.

Além disso, o presidente foi atormentado por problemas de saúde "tão irritantes quanto Kissinger era a perna de Nixon", avaliou Ambrose: Nixon estava sofrendo de flebite, sua perna esquerda estava inchada com o dobro do tamanho da direita. O presidente fez com que as poucas pessoas que soubessem sobre essa condição sob juramento de sigilo. No entanto, Nixon mancou durante sua visita ao Oriente Médio foi amplamente perceptível.

De acordo com o diário de Nixon, o presidente e sua delegação foram recebidos à chegada a Salzburgo pelo chanceler Bruno Kreisky e pelo ministro das Relações Exteriores Rudolf Kirchschlager. Entre os dignitários adicionais estavam o governador do estado de Salzburgo, Hans Lechner, o prefeito da cidade de Salzburgo, Heinrich Salfenauer, bem como o Embaixador dos EUA na Áustria, John P. Humes. Além disso, o diário também lista como presentes duas crianças, Christa (12 anos) e Mathias (13 anos) - ambos identificados, sem maiores explicações, como „filhos do Sr. Schmidhuber, o„ Presidente do Grupo de Dança Folclórica “. Às 9h55, o presidente foi para a sala de estar do castelo Klessheim para se juntar a Kissinger e Scocroft. De lá, o trio foi para a entrada principal do castelo, onde cumprimentou Kreisky e Kirchschlager, seguido de uma caminhada conjunta pelos jardins do Schloss Klessheim. Às dez e cinco, Nixon, Kissinger e Scowcroft tiveram uma reunião com Kreisky e Kirchschlager que durou até 11h31, depois Nixon retirou-se para sua suíte.

No dia seguinte, 12 de junho, o Presidente Nixon, acompanhado pelo Embaixador Humes, chegou ao aeroporto por volta das 8h00. Após a cerimônia de despedida, Nixon partiu no dia Espírito de 76 para o Aeroporto Internacional do Cairo começar sua excursão histórica pelo Oriente Médio, que abriria o caminho para os presidentes dos EUA depois dele.


A Cúpula de Moscou:

UMAT 4:29 AM na terça-feira, 23 de maio - a primeira manhã em que um presidente americano acordou em Moscou - um agente do Serviço Secreto dos Estados Unidos ficou surpreso ao ver Richard Nixon, vestido casualmente com uma jaqueta esporte marrom, passar pelo posto de agente & # x27s a caminho de um Kremlin passeio.

Dois outros agentes americanos foram prontamente alertados por rádio, acompanhados por três K.G.B. homens, eles tomaram seus flancos e posições de seguimento enquanto o presidente descia as escadas e saía para Moscou & # x27s forte sol do amanhecer. Ele passou pelo grande sino de ferro rachado, ignorou o canhão preto do Czar & # x27s e atravessou uma rua larga que levava a um monumento com flores frescas em sua base. Ali, o 37º presidente dos Estados Unidos parou e deu uma longa olhada na estátua de Lenin, o primeiro presidente do Conselho de Comissários do Povo.

No caminho de volta, usando um dos K.G.B & # x27uards como intérprete, ele parou para conversar com um soldado soviético. "Quantos anos você tem?"

"Você tem uma longa vida pela frente." Às 4:53, o presidente retirou-se para seus aposentos, fez algumas anotações e às 5:30 voltou a dormir.

Soldados como aquele com quem Nixon parou para conversar terão uma chance melhor de uma vida longa se os Estados Unidos e a União Soviética puderem descobrir uma maneira de competir sem colidir - uma possibilidade, com sua curiosa mistura de realismo e esperança, de cautela e ousadia, que trouxe Richard Nixon de volta a Moscou em 1972. A cidade de Moscou oferece um prisma útil para estudar a natureza mutante do único homem na história dos Estados Unidos a ser um grande partido & # x27s candidato a um cargo nacional em cinco em seis eleições presidenciais.

Foi em Moscou em 1959 que ele coroou sua reputação como um homem que "enfrentaria os comunistas" na conferência da cozinha com Khrushchev. Foi em Moscou em 1965, e novamente em 1967, que o caráter marginalizado de seu papel como um cidadão particular foi ressaltado que foi em Moscou, em 1972, que seus talentos como pacificador e líder mundial foram testados.

HOW era o Nixon que veio a Moscou em 1972 diferente do homem que visitou aquela capital em meados dos anos 1960 e no final dos anos 1950? O que havia nele que mudou, e que mudanças aparentes ocorreram apenas nos olhos de quem percebe?

Psico-história não é meu jogo. Eu não confesso saber se o presidente olhou feio

“Tenho uma reputação de anticomunista linha-dura”, disse Nixon “Nós sabemos, nós sabemos”, disse Kosygin. ou olhou beneficentemente para aquela estátua de Lenin, ou o que estava se passando em sua mente naquele momento. Mas, como um de seus assessores em Moscou em 1972, que por acaso também estava na cozinha com ele em 1959, eu pude ver algumas diferenças com uma miopia interna & # x27s. Ele mudou, assim como o mundo e seus adversários, e a mudança em cada um acelerou a mudança nos outros.

A sabedoria convencional diz que o vice-presidente Nixon viajou a Moscou em 1959 como um ardente guerreiro frio, determinado a enfrentar o urso russo em sua toca - e 13 anos depois voltou como alguém que

A reunião de cúpula foi um casamento de conveniência mútua, não um casamento por amor tinha visto a luz para se tornar o instrumento de détente. Um forte contraste cria uma boa história, mas não era assim.

Estou convencido de que Nixon veio a Moscou em 1959 sem nenhum confronto em mente, ele estava determinado a ser cortês e amigável como “anfitrião” da Exposição Americana em Moscou. Suas declarações iniciais foram conciliatórias e teriam permanecido assim, não fosse o fato de que Nikita Khrushchev lhe deu um empurrão verbal prolongado.

Milhões de americanos pensam que testemunharam a “conferência da cozinha” na televisão. Eles não viram: o que viram foi uma fita de vídeo de uma conversa anterior em um estúdio de televisão, com o vice-presidente americano tentando ser o Sr. Bonzinho e o primeiro-ministro soviético pulando em cima dele. Na minha leitura do incidente, quando eles deixaram o estúdio, Nixon sabia que tinha sido maltratado - que, a menos que se opusesse ao ataque rapidamente, o mundo veria um líder americano na defensiva, tentando suavemente desviar os golpes de um trucu emprestado líder soviético. Ele corrigiu o desequilíbrio na cozinha da "típica casa americana". Como assessora de imprensa daquela casa, era meu trabalho fazer os dois líderes entrarem e mantê-los lá por tempo suficiente para que uma história e fotos florescessem. Um som autoritário "Próxima parada, a típica casa americana!" atraiu-os para nossa exibição, seguidos por uma multidão de jornalistas na hora, uma multidão de espectadores invadiu a casa pela única saída, prendendo Nixon e Khrushchev lá dentro. O vice-presidente avistou a cozinha e aproveitou a oportunidade para continuar o debate.

Nixon segurou-se na cozinha, apresentando argumentos de debate reveladores, mas um estudo das notas da “conferência da cozinha” mostra o americano introduzindo todas as notas restritivas com o líder soviético perdendo habilmente e usando seu temperamento. A impressão mundial de Nixon falando duro foi deixada não pelo que foi dito, mas por duas fotos do debate: uma, tirada por Elliot Erwitt da Magnum tirando fotos para a revista Life, com Nixon cutucando o peito de Khrushchev perplexo & # x27s e outra - também mostrando Nixon falando -, filmada para a Associated Press quando o fotógrafo deles não conseguiu entrar na cozinha e, em desespero, atirou sua câmera para mim. (Eu tentei compor essa imagem com três elementos: Nixon, Khrushchev e a máquina de lavar de que eles estavam falando na época, mas o rosto de outro homem estava no meio e eu não consegui fotografar sem ele. Recentemente, o funcionário anônimo do partido, cujo rosto apareceu em tantos jornais no dia seguinte, foi identificado como Leonid Brezhnev.)

A impressão de um Nixon sensato colocando o líder soviético em seu lugar foi dada pela primeira vez nos jornais que usaram a foto da AP no dia seguinte, no Time and Life na semana seguinte, e foi fortemente reforçada pela publicidade usada durante a campanha presidencial em 1960.

Imagens, que não mentem, não dizem necessariamente toda a verdade uma impressão mais precisa de Nixon em 1959, eu acho, foi a de um homem que - embora atormentado por Khrushchev, bem como por uma série de perguntas plantadas na boca de pessoas que conheceu - estava mantendo a calma e mantendo o equilíbrio.

Aqueles de nós que exploraram essas fotografias em 1960 como prova de obstinação não podem agora reclamar que elas não transmitiram o senso de conciliação e contenção que existia. Sem queixas - mas a impressão de “guerreiro frio” era simplista.

JUST como a percepção do Nixon de 1959 é um tanto distorcida, a percepção de 1972 dele como o destemido devoto da détente é um tanto exagerada. Um tema recorrente antes, durante e depois da visita de 1972 era a derrogação de "espíritos". Nixon disse aos jornalistas na véspera da partida: “Havia o 'Espírito de Viena', o 'Espírito de Genebra' e o 'Espírito de Glassboro' e o 'Espírito de Camp David'. espuma e muito pouca substância. ”

Em seu primeiro brinde aos líderes soviéticos no Kremlin, ele os lembrou: “As reuniões de cúpula do passado foram lembradas por seu‘ espírito & # x27; devemos nos esforçar para tornar a Cúpula de Moscou memorável por sua substância ”. (Imediatamente ao Presidente & # x27s à esquerda enquanto falava no Granovit Hall do Grande Palácio do Kremlin estava uma grande pintura de um santo rejeitando a tentação, um assunto adequado naquele momento.) Ele repetiu essa ideia em seu discurso na sessão conjunta do Congresso exorcizando espíritos de cúpula com sino, livro e vela.

Toda essa isca de espírito tinha um propósito: que atmosfera não era o nome do jogo, que boa vontade era boa, mas não o suficiente. O encontro foi um casamento de conveniência mútua, não um casamento por amor. Central para o modo Nixon de lidar com os soviéticos é a ideia de que um respeito realista pelo poder e interesses mútuos é uma base muito mais confiável para um relacionamento permanente do que protestos de amizade.

Tanto a abordagem final da cúpula em si, quanto o tratamento subsequente das negociações do SALT, ilustram como essa avaliação fria determinou os eventos. Em seu discurso anunciando a mineração do porto de Haiphong duas semanas antes da cúpula, Nixon deixou claro que, embora estivesse ansioso para a reunião, a perspectiva não o deixava salivando. Acho que uma razão importante para a realização de uma cúpula bem-sucedida foi a clara impressão que Nixon deixou de que não considerava uma cúpula indispensável.

Da mesma forma, quando as negociações sobre o SALT chegaram a um impasse na noite de quinta-feira, 25 de maio, o presidente não parecia nem um pouco angustiado. Anteriormente, os porta-vozes soviéticos haviam comunicado à imprensa que o acordo seria assinado no dia seguinte, proporcionando um clímax adequado para o pacote de acordos da semana & # x27s.

Dois pontos, no entanto, não puderam ser resolvidos, ambos os quais Nixon considerou importantes para a segurança dos Estados Unidos. O presidente deu a Henry Kissinger instruções firmes a serem seguidas, mesmo que isso significasse que nenhum acordo seria assinado naquela semana. O conselheiro de segurança nacional do presidente foi para a cama na quinta-feira à noite convencido de que não havia um acordo final antes de ele ir para o 11:00. encontrando-se no dia seguinte com Andrei Gromyko, Kissinger disse a Ron Ziegler para passar a palavra à imprensa de não esperar uma assinatura naquele dia.

Nesse ponto, deve ter ficado claro que os Estados Unidos não estavam blefando que Nixon estava preparado para deixar sexta-feira ir e vir sem uma cerimônia de assinatura do SALT, na esperança de que algo pudesse ser resolvido apenas na semana ou no mês seguinte. Então, e somente então, a pressão mudou de direção, e o que os diplomatas chamam de “movimento” ocorreu no lado soviético. Acho que está claro que, como Nixon não parecia ansioso, um acordo considerado justo para ambas as partes foi alcançado naquela manhã e assinado naquela noite. Encontrei um funcionário do Departamento de Estado em um elevador às 3 da tarde. naquela tarde e disse-lhe que tinha ouvido que um novo tratado seria assinado naquela noite. Ele sorriu e explicou por que seria impossível devido ao tempo necessário para combinar as traduções, transcrever para pergaminho ("Não se assina tratados em papel datilografado, você sabe") e encadernar as páginas em um par impressionante de livros. Pouco depois, ele foi informado de que a assinatura estava marcada para as 23h. Ele conseguiu passar por baixo do fio, mas eles tiveram que assinar o tratado. Uma versão corrigida foi silenciosamente assinada pelos dois líderes no dia seguinte.

OUTRA mudança refletida em Nixon é a mudança no adversário (uma palavra agora usada no lugar de “inimigo” ou “outro lado”, logo a ser substituída por “competidor”, preferível a “coexistir”). Khrushchev usou uma linguagem bombástica exuberante como uma locomotiva & # x27s cowcatcher, afastando obstruções com frases coloridas como "não até os camarões assobiarem" e um estoque útil de provérbios: "Você é meu convidado, mas a verdade é minha mãe" foi usado para impressionar Nixon, que só soube mais tarde que muitos “ditados antigos” russos são feitos na hora.

As personalidades enfrentadas por Nixon em Moscou de 1972 foram consideravelmente diferentes, assim como sua reação a elas. A palavra que os jornalistas usaram para descrever Kosygin é “severo”. Kosygin está tão intimamente ligado ao severo quanto inextricavelmente ligado. Ele não sorri com frequência. Somente quando Nixon disse na primeira sessão plenária: "Tenho a reputação de ser um anticomunista de linha dura", o primeiro sorriso se espalhou pelo rosto do gim Kosy & # x27s, quando disse: "Nós sabemos, nós sabemos". Seu humor é usado para fazer um argumento político ou de negociação. No jantar oferecido pelo presidente na embaixada americana, nenhum pão foi servido quando o gin Kosy procurou seu pão escuro favorito, o presidente deu de ombros e passou um prato de nozes. O gim Kosy, que vinha negociando a compra de grãos o dia todo, comentou com a Sra. Nixon: "Não é à toa que vocês, americanos, têm tantos grãos - vocês não comem pão."

Brezhnev também usa o humor para fins políticos. Henry Kissinger teve uma série de reuniões com ele no início de maio, em preparação para a cúpula. Na reunião final, Kissinger trouxe todos os membros da equipe do Conselho de Segurança Nacional que haviam viajado com ele para Moscou. Brezhnev, observando o aumento do tamanho da delegação dos Estados Unidos, soltou uma farpa gentil: “Para as pessoas que falam tanto sobre suas retiradas, você traz seus reforços muito silenciosamente”.

Nixon, sentado ao lado de Brezh nev em dois jantares oficiais, deixou que o líder soviético falasse mais, respondendo à conversa em vez de conduzi-la. Quando Brezhnev caminha, ele caminha com uma presença inconfundível de comando, imponente e estudado, mas quando se senta para jantar, fica animado e expressivo. Sua mão direita ajudava a conduzir o cigarro de conversa entre os dedos indicador e médio, el arco na mesa, ele usava a mão para modelar, argumentar e indicar nuances. Nesse tipo de conversa animada, ele parecia relutante em tolerar o atraso do intérprete Nixon, por outro lado, usava conscientemente o intérprete, nunca se adiantando muito, trabalhando com ele para defender seus pontos de vista. Seis anos mais novo que Brezhnev, Nixon tem mais experiência em se comunicar através de um abismo de linguagem, pois fala devagar, usando uma construção simples e palavras claras sempre que possível. Em tais circunstâncias, as expressões faciais tornam-se importantes, tanto Nixon quanto Brezhnev têm sobrancelhas pronunciadas e expressivas e as usam com vantagem. Nixon tem um bom “É mesmo?” Veja, uma reminiscência da famosa foto de Eisenhower quando informado da renúncia de MacArthur & # x27s Brezhnev é adepto de um "Então é isso", acenando com a cabeça vivamente, projetando um ar de descoberta bem-vinda.

TO contraste entre Nixon & # x2759 e Nixon & # x2772 foi notável na maneira como ele lidou semipublicamente com os líderes soviéticos. Nos velhos tempos, Nixon estaria inclinado, pressionando seus pontos de vista, ciente das câmeras, cuidadoso para não parecer estar perdendo algo que um júnior decidiu não ser derrubado por medo de que seu país fosse derrubado. Agora ele está mais relaxado, menos preocupado com a pontuação dos pontos individuais, tendo uma visão mais ampla. Ele é mais deliberado nos movimentos e na fala do que parece saber quem ele é e o que ele quer.

Outro contraste com 1959 foi a atitude do partido americano em relação à escuta eletrônica. Insetos, torneiras e câmeras escondidas foram assuntos de considerável preocupação naquela primeira visita, como se alguma vantagem decisiva pudesse ser arrancada dos Estados Unidos se as discussões sobre uma exibição cultural fossem ouvidas. Viajantes americanos em Moscou gostavam de contar sobre a falta de um sabonete no banheiro, uma reclamação ruidosa feita na direção do lustre e a subseqüente substituição do sabonete, sugerindo que monitores invisíveis cuidavam do serviço de quarto tão bem quanto pionagem.

Em sua visita de 1965 - uma viagem de um dia arranjada às pressas da Finlândia, onde ele foi como advogado para ajudar o Pre mier de Newfoundland e o petroleiro John Shaheen a organizar um desenvolvimento de celulose e papel - Nixon mostrou uma atitude mais relaxada sobre o real ou bisbilhotando imaginado. Ele deixou uma pasta aberta em seu quarto de hotel contendo sua declaração de imposto de renda pessoal, que ele estava trabalhando em seu cliente, um ex-O.S.S. operativo, percebeu a pasta aberta e avisou-o sobre uma busca sub-reptícia. Nixon started to go back to close it, then smiled and said that if the Russians wanted to know how much he was mak ing in private life, it didn't bother him.

A decent respect for the requirements of security was paid in 1972 United States agents swept the quarters for evidence of surveillance (and were not surprised to find none). Certain conversations and messages traveled by to tally secure means, but the American party—duly briefed about the ease with which conversations could be over heard and classified material photographed — did not act uptight about unseen ears and eyes. When the SALT negotiations reached the point that required some quick Xerox copying, Henry Kis singer held a document up toward the chandelier and said to an imaginary lens, “Could I have half a dozen of these in a hurry?” Andrei Gromyko shook his head and deadpanned that the hidden cameras in that Kremlin pal ace had been installed in the time of Ivan the Terrible and were not sensitive enough to copy documents. Such a col loquy would not have taken place in 1959.

At the least significant meetings, of course, the greatest precautions were taken. When Ron Ziegler asked a few of us to consult with him in his Intourist suite, he tuned his TV set's volume up to the loudest Herb Klein played his tran sistor radio John Stall banged a highball glass steadily on the coffee table, and I hummed a series of Al Jolson favorites. It is to be hoped that this brouhaha caused some difficulty for any eaves dropper, because it certainly made it impossible for any of us to hear each other.

NIXON'S 1965 visit should not be so lightly passed over in this piece since it reveals a man less constrained and self‐analytical than in 1959, and more impulsive than in 1972. I was not on that trip, but my source is good. Nixon in 1965 was a political has been. With little to lose, he could afford to be daring besides, a little publicity could do some good. Soon after his arrival, his Intourist guides took him to Moscow State University, where he was promptly engaged in de bate by the deputy rector in front of a classful of students reporters were there as well, and Nixon the New York at torney sparred politely. But his eye was on a bigger event. With the aid of a Canadian newsman, he obtained Nikita Khrushchev's address both were private citizens then, and a renewal of the old ac quaintance could not have been considered a diplomatic embarrassment and could have made an interesting story.

Nixon excused himself from the dinner table, leaving his wary Intourist guides in the company of two of his com panions, and slipped out of the hotel, taking a cab to the Canadian Embassy, which was in the neighborhood of Khrushchev's apartment. With a friend, he walked to the house, to be met by two stone‐faced, burly women who said Mr. Khrushchev was not there. Nixon pressed, but was rebuffed frustrated, he wrote and left a letter expressing the hope they could meet and talk again. In all probability, that handwritten note from an American noncandidate to a Soviet nonperson is the most interesting document in the Kremlin's file on Richard Nixon. It was probably not delivered historians can hope it was not destroyed.

What brought about the change in Nixon—from the self‐conscious figure in the kitchen in 1959 to the self confident figure in the Krem lin in 1972? Part of the an swer may be that Nixon's effectiveness as a leader in creased when he applied the policy of containment to himself the self‐justification so labored in “Six Crises,” with each detail sifted and each motive painfully scru tinized, cannot be found in the prose of his speeches and toasts in the Soviet Union this year. No rationalizations, recriminations or apologies were offered.

HYPERBOLE, too, was set aside for the Moscow trip. Nixon admitted turning over a new leaf to reporters before he left: “So my remarks delib erately are not made with the overblown rhetoric [for] which you have properly criticized me in the past.” That was a startling thing for a Presi dent to say, especially one not noted for his sensitivity to criticism it caused his aides to look at each other with a wild surmise.

Compare the two speeches he made to the Soviet people in 1959 and 1972. Although the themes were essentially the same—while our philo sophical differences are pro found, we can cooperate in bringing peace to the world— the styles were poles apart. The 1959 speech is used in public‐speaking texts as a classic in refutational rhetoric, setting up and knocking down a series of beliefs held by the audience, a rational and al most legalistic presentation of an argument that had to be fresh to the minds of lis teners. It was a well‐rea soned, well‐written speech, achieving its limited aims.

The 1972 speech, however, was an effort to reach and stir the emotions of millions of Soviet citizens. Like a dia mond cutter permitted one crucial tap, he studied his ap proach with great care, struc turing his television talk on three images rooted in the Russian character. The first was reference to the “mush room rain,” a sun‐shower that greeted him on arrival in Mos cow, considered a good omen by Russians who think of mushroom‐gathering in the woods the way American sub urbanites think of back‐yard barbecues. The second was the story of the traveler who wanted to know how far he was from town, and was only answered by a woodsman when he had established the length of his stride and the third and most powerful reference was to Tanya, a young Leningrad heroine whose story moves Russians in the way that Anne Frank's moves us, with its evocation of innocence and hope amidst hatred and war.

The President was alerted to the “mushroom rain” idea by Harriet Klosson, wife of the Deputy Chief of Mission at the United States Embassy, who passed it to me to pass along to fellow writer Ray Price he was told the woods man story by Henry Kissin ger, who got it from Leonid Brezhnev a couple of weeks before and he researched the reference to Tanya by him self, reading a display on his visit to Leningrad. One United States correspondent dis missed the speech as a tear jerking waste of time an other, who speaks Russian and watched it on television with a Russian family, re ported a misty‐eyed reaction by deeply moved human beings. (An interesting foot note: during Nixon's 1959 speech, an American capably interpreted for Vice President Nixon this year he chose Vik tor Sukhodrev, the top Soviet interpreter, to handle the agreed‐upon simultaneous in terpretation. Soviet viewers who saw Nixon heard Sukho drev, the best in the business at the top of his form—not drily translating, but dramati cally driving home Nixon's mood and message. Obviously, no one told him not to do his professional best.)

UMANOTHER example of the change from self‐conscious to self‐confident: a willingness to ad lib. Of course, necessity has a way of encouraging ad‐lib performances—for ex ample, at one dinner on the trip, the lighting was such that the President could not see the words on his papers, and an extemporaneous toast was necessary. However, there has been a change in Nixon's conscious use of the ad lib. On his first visit in 1959, he relied heavily on words he had written the kitchen debate could not be prepared, but other remarks and speeches were honed and cleared beforehand. And this year, at every occasion in the Soviet Union, at airports, din ners or any occasion that re quired a verbal message, Soviet leaders read from a piece of paper, a technique especially suited to collec tive leadership. But Nixon varied his style. His opening toast on the evening of his arrival was carefully scripted, with each word studied for diplomatic shading, and he never departed from the text (“The only way to enter Mos cow is to enter it in peace” was especially well received). In Kiev, however, he set aside a toast prepared in advance, seizing on a note the writer had added as an afterthought about Kiev's 11th‐century “Golden Gate.” He built his remarks around the similarity of the experience of two cities of the golden gate—Kiev and San Francisco—one ravaged by war, the other by earth quake and fire, both with citizens spirited enough to rise and rebuild their cities greater than before. Appropri ate illustrative of historic sweep well‐phrased.

That, I think he believes, is the way Churchill or de Gaulle might have done it. Such ex temporizing is statecraft in the grand manner, and Nixon has a lot of respect for the grand manner. His reading for relaxation in the past month has been “Jennie,” the biography of Churchill's moth er. And the passage in de Gaulle's memoirs about the need for aloofness and mys tery in leadership is quite familiar to him. It may be contradictory to iden tify with Churchill and de Gaulle—giants who dis liked each other—but it is something Nixon does, and a man could have two worse heroes than men with a sense of history and a pride in country.

A scope of the change in Nixon, in Moscow and in the whole situation was best ex pressed to me by an exasper ated Soviet editor toward the end of the visit:

“Here we are, welcoming as members of your party the representative of the Voice of America, not to mention Vic tor Lasky, author of The Ugly Russian.’ And here we are listening to somebody shout political slogans in the Bolshoi theater—it's strange enough to hear shouts at political leaders, but at the Bolshoi it is inconceivable. And here we are, listening to Richard Nixon, of all people, remind ing the Soviet peoples of Tanya and the siege of Lenin grad and our wartime com radeship. That is not a mat ter of change. That's the world turned upside down.”


Moscow 1972: Nixon Negotiates

When President Nixon arrived in Moscow on May 22, 1972, the prospective results of his trip were all but predictable. Although the existence of the US-Soviet summit proved that both governments were prepared to open a new dialogue, most remained skeptic about the possibility of any agreements emerging from the planned meetings.

The President spent a little over a week inside the Soviet Union, traveling to Moscow, Leningrad, and Kiev. He spent twenty hours with the Soviet leadership, and, more importantly, sixteen of those hours were dedicated to direct conversations with General-Secretary Brezhnev. American and Soviet representatives discussed issues that spanned the globe like the Vietnam War, European security, unrest in the Middle East, and arms control, as well as bilateral economic and diplomatic concerns.

By the summit’s end, President Nixon and General-Secretary Brezhnev reached five mutual understandings regarding pollution and the environment science and technology medical research, space exploration and international trade. They also signed the “Basic Principles of Mutual Relations between the United States and the U.S.S.R.,” which outlined practices for future bilateral negotiations and indicated an anticipation for future cooperation.

In their intense discussions, Nixon and Brezhnev negotiated solutions to the final problems plaguing SALT. The Strategic Arms Limitations Talks formally commenced in 1969, and progressed slowly and with mutual frustration over the next three years. On May 26, 1972, Nixon and Brezhnev signed the Anti-Ballistic Missile Treaty and the SALT agreement.

In his memoirs, President Nixon wrote that the summit agreements comprised “the first stage of détente: to involve Soviet interests in ways that would increase their stake in international stability and the status quo. There was no thought that such commercial, technical, and scientific relationships could by themselves prevent confrontations or wars, but at least they would have to be counted in a balance sheet of gains and losses whenever the Soviets were tempted to indulge in international adventurism.”

President Nixon’s visit to the Soviet Union was historic not only because it was a presidential first, but because the summit demonstrated that high-level meetings could produce substantive results and bring the interests of two polarized nations closer together.


President Nixon arrives in Moscow for historic summit - HISTORY

Source: National Archives, Nixon Presidential Materials, NSC Files, Kissinger Office Files, Box 68, Country Files—Europe— USSR , Dobrynin / Kissinger , Vol. 17. No classification marking. A handwritten notation at the top of the page reads: “Handed by K to D 2:30 pm, Tues, May 1, 1973.”

102. Letter From Soviet General Secretary Brezhnev to President Nixon

Source: National Archives, Nixon Presidential Materials, NSC Files, Kissinger Office Files, Box 68, Country Files—Europe— USSR , Dobrynin / Kissinger , Vol. 17. No classification marking. A handwritten notation at the top of the page reads: “Handed to HAK by Vorontsov , 7:15 pm, May 3, 1973.”

103. National Security Decision Memorandum 215

Source: National Archives, Nixon Presidential Materials, NSC Files, NSC Institutional Files (H-Files), Box H–208, NSDM 151– NSDM 200, Originals. Secret. Copies were sent to the Director of Central Intelligence and the Chairman of the JCS . Sonnenfeldt forwarded the draft NSDM to Kissinger on April 30 for his signature. (Ibid., Box H–239, Policy Papers, NSDM 215 [2 of 2])

104. Memorandum of Conversation

Source: National Archives, Nixon Presidential Materials, NSC Files, Kissinger Office Files, Box 75, Country Files—Europe— USSR , Kissinger Conversations at Zavidovo, May 5–8 1973. Top Secret Sensitive Exclusively Eyes Only. The meeting was held at Brezhnev ’s office in the Politburo Villa at Zavidovo, the Politburo’s hunting preserve located outside of Moscow. Brackets are in the original.

105. Memorandum of Conversation

Source: National Archives, Nixon Presidential Materials, NSC Files, Kissinger Office Files, Box 75, Country Files—Europe— USSR , Kissinger Conversations at Zavidovo, May 5–8 1973. Top Secret Sensitive Exclusively Eyes Only. The meeting was held at Brezhnev ’s office in the Politburo Villa. Brackets are in the original.

106. Message From the President’s Assistant for National Security Affairs ( Kissinger ) to the President’s Deputy Assistant for National Security Affairs ( Scowcroft )

Source: National Archives, Nixon Presidential Materials, NSC Files, Kissinger Office Files, Box 32, HAK Trip Files, HAK Moscow, London Trip, May 4–11, 1973, HAKTO & Misc. Secret Sensitive Immediate Eyes Only.

107. Memorandum of Conversation

Source: National Archives, Nixon Presidential Materials, NSC Files, Kissinger Office Files, Box 75, Country Files—Europe— USSR , Kissinger Conversations at Zavidovo, May 5–8, 1973. Top Secret Sensitive Exclusively Eyes Only. The meeting was held at the Winter Garden in the Politburo Villa. Brackets are in the original. The portions of this memorandum of conversation on CSCE and MBFR are also printed in Foreign Relations, 1969–1976, volume XXXIX, European Security, Document 147.

108. Memorandum of Conversation

Source: National Archives, Nixon Presidential Materials, NSC Files, Kissinger Office Files, Box 75, Country Files—Europe— USSR , Kissinger Conversations at Zavidovo, May 5–8, 1973. Top Secret Sensitive Exclusively Eyes Only. The meeting was held in Brezhnev ’s office in the Politburo Villa. Brackets are in the original.

109. Memorandum of Conversation

Source: National Archives, Nixon Presidential Materials, NSC Files, Kissinger Office Files, Box 75, Country Files—Europe— USSR , Kissinger Conversations at Zavidovo, May 5–8, 1973. Top Secret Sensitive Exclusively Eyes Only. The meeting was held in Brezhnev ’s office in the Politburo Villa. Brackets are in the original.

110. Message From the President’s Assistant for National Security Affairs ( Kissinger ) to the President’s Deputy Assistant for National Security Affairs ( Scowcroft )

Source: National Archives, Nixon Presidential Materials, NSC Files, Kissinger Office Files, Box 32, HAK Trip Files, HAK Moscow, London Trip, May 4–11, 1973, HAKTO & Misc. Secret Sensitive Immediate Eyes Only.

111. Memorandum of Conversation

Source: National Archives, Nixon Presidential Materials, NSC Files, Kissinger Office Files, Box 75, Country Files—Europe— USSR , Kissinger Conversations at Zavidovo, May 5–8, 1973. Top Secret Sensitive Exclusively Eyes Only. The meeting was held in Brezhnev ’s office at the Politburo Villa. Brackets are in the original.

112. Memorandum of Conversation

Source: National Archives, Nixon Presidential Materials, NSC Files, Kissinger Office Files, Box 75, Country Files—Europe— USSR , Kissinger Conversations at Zavidovo, May 5–8, 1973. Top Secret Sensitive Exclusively Eyes Only. The meeting took place in the Winter Garden at the Politburo Villa. Brackets are in the original.

113. Message From the President’s Assistant for National Security Affairs ( Kissinger ) to the President’s Deputy Assistant for National Security Affairs ( Scowcroft )

Source: National Archives, Nixon Presidential Materials, NSC Files, Kissinger Office Files, Box 32, HAK Trip Files, HAK Moscow, London Trip, May 4–11, 1973, HAKTO & Misc. Secret Sensitive Immediate Eyes Only.

114. Letter From the President’s Assistant for National Security Affairs ( Kissinger ) to Soviet General Secretary Brezhnev

Source: National Archives, Nixon Presidential Materials, NSC Files, Kissinger Office Files, Box 75, Country Files—Europe— USSR , Kissinger Conversations at Zavidovo, May 5–8, 1973. No classification marking. The letter is on White House stationery but it was presumably prepared in Zavidovo to be given to Brezhnev before Kissinger ’s departure.

115. Conversation Between President Nixon and his Assistant for National Security Affairs ( Kissinger )

Source: National Archives, Nixon Presidential Materials, White House Tapes, Oval Office, Conversation No. 916–14. No classification marking. The editor transcribed the portion of the conversation printed here specifically for this volume. This is part of a conversation that took place from 10:15 a.m. to 12:03 p.m.

116. Memorandum From the President’s Assistant for National Security Affairs ( Kissinger ) to President Nixon

Source: National Archives, Nixon Presidential Materials, NSC Files, Kissinger Office Files, Box 68, Country Files—Europe— USSR , Dobrynin / Kissinger , Vol. 17, May–June 1973. Secret Sensitive Exclusively Eyes Only. Sent for information.

117. Letter From Soviet General Secretary Brezhnev to President Nixon

Source: National Archives, Nixon Presidential Materials, NSC Files, Kissinger Office Files, Box 68, Country Files—Europe— USSR , Dobrynin / Kissinger , Vol. 17 [May 1973– June 7, 1973]. No classification marking. A handwritten note at the top of the letter reads, “Handed to HAK by D 1:00 pm 5/15/73.”

118. Memorandum From the Executive Secretary of the 40 Committee ( Ratliff ) to the President’s Assistant for National Security Affairs ( Kissinger )

Source: National Security Council, Nixon Administration Intelligence Files, Subject Files, USSR . Secret Sensitive Eyes Only Outside System. Sent for action. Sonnenfeldt and Kennedy concurred.


356. Editorial Note

On April 20, 1972, Assistant to the President Kissinger arrived in Moscow for a series of secret meetings with Soviet General Secretary Brezhnev to discuss the upcoming summit. Although Vietnam and the Strategic Arms Limitation Talks dominated the discussion, Kissinger and Brezhnev also reviewed the political situation in Germany. During a meeting on April 22, Brezhnev expressed concern on the prospects for Chancellor Brandt and ratification of the Moscow and Warsaw treaties:

“ Brezhnev : I would like to ask you to tell President Nixon that we value highly the President’s position on this matter, the support he is giving to ratification of the treaties and the agreement on Berlin. I would like you to bear in mind this is not [just] a compliment to the President, this is the truth. At the same time, I don’t want to be too reticent or shy in speaking my mind on other aspects. I want to express the wish that at this decisive stage for Chancellor Brandt and the FRG the President should say a still more weighty word in favor of ratification. This would have a considerable significance and would be much appreciated in the Soviet Union and throughout the world. I would like to ask you Dr. Kissinger to draw President Nixon ’s attention to this.

“ Kissinger : You can be sure I will.

“ Brezhnev : President Nixon does have an unlimited capacity in this respect. It would be a very important step toward very successful negotiations.

“ Kissinger : In what respect ‘unlimited’?

“ Brezhnev : If I were elected President, I would show you. It would be good if I were elected President, but I don’t seek the nomination!

“ Kissinger : With respect to influencing the Germans?

“ Brezhnev : The President has unlimited capacity with respect to ratification. We do highly appreciate his position. The point I make is that we would appreciate any further efforts he could make in favor of it. Intuition is sometimes a good guide, and I have the impression President Nixon will respond favorably.

“ Kissinger : As you know, there are elections tomorrow in the German state of Baden-Württemberg. If these go badly, that is, if the Free Democrats get wiped out or get reduced substantially, or if the Social Democrats don’t do well, then I don’t think anything we do can make any difference. I think the Brandt Government will fall. I give you my best judgment.

“ Brezhnev : Would that be to our advantage for the Brandt Government to fall?

“ Kissinger : No, we don’t want this, but I state it as an objective fact.

“ Brezhnev : The U.S. President still has 24 hours to act. I know you sometimes put out surprise press conferences. Well, the President knows better how to do it.

“ Kissinger : No, we cannot influence a State election in Germany. It is too difficult. I don’t think it will happen, but I wanted to say it would be difficult.

“ Brezhnev : You are a difficult man to come to terms with. We came to agreement immediately before, and we have already notified Semenov immediately.

“ Kissinger : But can you influence elections for us?

“ Brezhnev : Isn’t all this understanding we have reached in favor of that? On SALT , ABM , European issues, long-term credits, the whole radical improvement in the atmosphere of U.S.-Soviet relations?

“[The Russians conferred among themselves briefly, at which Dr. Kissinger remarked: “Every time I say something, there is a brawl on the Russian side.”]

“ Brezhnev : Because, after all, the President is a politician, not a merchant. Politics covers all questions. The important thing is for us to reach agreement.

“ Kissinger : Realistically, what I would like to do is claim credit when the elections go well tomorrow and then ask you for concessions.

“ Brezhnev : What concessions?

“ Kissinger : I’ll think of one.

“ Brezhnev : I’ll be prepared to give you credit if it goes well, but if things go badly, I’ll say it was your fault.

“ Kissinger : You must have read in the Ambassador’s cables that I am vain.

“ Brezhnev : I have never read that.

“ Dobrynin : I have told them you are modest.

“ Kissinger : I will have revolution on my hands. Realistically, it is too late to do anything. If the elections go as expected without radical change in Bonn, we will see what can be done.

“ Brezhnev : What is your general forecast?

“ Kissinger : My forecast is that tomorrow’s election will not affect the parliamentary situation in Bonn. Perhaps some minor parliamentary changes, but it will not affect the situation. Confidentially, we have attempted to be helpful. We invited Bahr to Washington and let it be known, and we have not received anyone from the Opposition. This is a fairly clear signal in Germany. We have not seen Barzel since the ratification debate started. He wanted to come in April and we did not receive him.

“ Brezhnev : I know you received Bahr .

“ Kissinger : And when Barzel came in January, your Ambassador in Bonn can confirm we did not encourage him.

“I want to be honest with you. I had arranged with Bahr to send a memo that perhaps he could use confidentially in early April. But this became impossible because of the Vietnam situation. Our domestic situation became more complicated. We will review what can be done between now and May 4.

“ Brezhnev : This is a very important component of the general package of problems we will be having discussions on and hoping to resolve. We feel that on all the issues, agreements should be reached that will be worthy of our two countries.

“ Kissinger : Mr. General Secretary, we have invested so much in the Berlin Agreement that we are in favor of ratification of these agreements. In light of these discussions, we will see what additional steps we can take to assist ratification.”

After an exchange on the need to discuss European security at the summit, Brezhnev asked Kissinger about membership for East and West Germany in the United Nations.

“ Brezhnev : [O]n the subject of the admission of the 2 German states to the U.N., you know when we signed the treaty with the FRG , there was a clause in the statement on efforts of the sides to secure the admission of the 2 Germanies. Since at the Summit we will be discussing important issues, it would not be understood by the public in the USSR or the GDR or also in the U.S. if nothing was said on that subject.

“ Kissinger : The Foreign Minister knows the sequence. It is possible that the treaties won’t be ratified by the Summit. They may pass on May 4 and then be rejected by the Bundesrat, then go back to parliament for a full majority in June.

“If this is the sequence, then a successful Summit would be a guarantee of ratification. It would be impossible that a German Parliament could reject them after a successful U.S. and Soviet meeting. Secondly as regards the GDR , I don’t want to raise the wrong expectations as regards what we can say at the meeting. I don’t think we can go much beyond the Berlin Agreement. With respect to admission of the 2 [Page 1008] Germanies to the U.N., we frankly have not yet taken a position. My informal view is that we will back whatever Chancellor Brandt wants to do. If he proposes it, we will be prepared to support these steps.

“ Brezhnev : Brandt did register in a document his readiness to support entry.

“ Kissinger : We will check with Brandt before the Summit. We will not be an obstacle. If he is willing, we have no American interest to oppose it.” (National Archives, Nixon Presidential Materials, NSC Files, Kissinger Office Files, Box 72, Country Files, Europe, USSR , HAK Moscow Trip–April 1972, Memcon s)

Kissinger later sent the following undated message to Bahr on the subject: “ Brezhnev has approached us with a request to support UN membership for the GDR and the FRG . We have told him that we will be guided by the FRG ’s approach on this matter. I would greatly appreciate your suggestions on how we should handle this in Moscow.” (Ibid., NSC Files, Box 424, Backchannel Files, Backchannel Messages, Europe, 1972)

Before the final meeting with Brezhnev on April 24, Sonnenfeldt briefed Kissinger on the growing political crisis in Bonn. The previous day, the Christian Democratic Union won the state election in Baden-Württemberg, and Wilhelm Helms, a member of the Free Democratic parliamentary party group, announced his defection from the governing coalition. While the opposition thus maintained its majority in the Bundesrat, the government was now in danger of losing its majority in the Bundestag. The loss of one more vote there would mean defeat not only for Brandt but also, in all likelihood, for ratification of the Eastern treaties. In a note to Kissinger , Sonnenfeldt wrote that the electoral results “will look ominous to Soviets.” He then offered the following advice on the Soviet request for U.S. intervention: “ B[rezhnev] may believe we could have done something. Let him believe it . You held out hope, indeed virtually promised to do something before May if Brandt survives.” “ If US -Soviet relations deteriorate (because of V[iet]N[am]),” Sonnenfeldt concluded, “[ Barzel ] may well defeat German treaties and—before that—topple Brandt .” (Library of Congress, Manuscript Division, Kissinger Papers, Box CL 230, Geopolitical File, 1964–78, Soviet Union, Trips, 1972, April, Notes)

Although he saw “no great sensations” regarding the outcome in Baden-Württemberg, Brezhnev reiterated his plea to Kissinger for U.S. intervention during their meeting on April 24. “Now is a decisive moment,” he declared, “when our two countries should take the necessary steps to further ratification of the treaties and sign a protocol on West Berlin.” After a discussion on summit preparations, Kissinger assessed the recent German developments.

“Dr. Kissinger : I have not seen our official analyses yet, but my personal analysis is that there has been a slight weakening of the Brandt [Page 1009] Government but not a significant weakening of the Brandt Government. In my judgment—again I am only speaking personally—it means that the treaties will be rejected by the upper house and will therefore have to come back to Parliament to pass by an absolute majority in June. It is my judgment that they will still pass. We will use our influence where we can.

“ Brezhnev : America can certainly speak in a loud voice when it wants to.

“Dr. Kissinger : As I told the General Secretary, when I return I will discuss with the President what we can do. Having worked so long on the Berlin agreement, we want to see it achieved. It is one of the useful results of the exchanges between the President and the General Secretary.

“ Brezhnev : I trust you will convey the general tenor and our tone to the President on our policy toward Europe, which contains nothing bad for Europe or for the U.S.

“Dr. Kissinger : You can be sure. We will see what we can do, possibly a letter to the Chancellor, or something else.

“ Brezhnev : This requires looking at things thru realistic eyes, and perhaps everything will fall into place. I’m not in any way suggesting any concrete steps, because I am sure the President knows better. To help your own ally. I already told Chancellor Brandt in the Crimea that we had nothing whatsoever against the allied relationship between the FRG and the U.S. I am sure Chancellor Brandt told the President this but I wanted to reassure you.

“Dr. Kissinger : We will approach it in a constructive spirit. I will communicate thru the special channel. I will see your Ambassador Friday, but I can tell you now we will approach it in a constructive spirit, and with a desire to get the Treaties ratified.” (National Archives, Nixon Presidential Materials, NSC Files, Kissinger Office Files, Country Files, Box 72, Europe, USSR , HAK Moscow Trip—April 1972, Memcon s)

Later that day, Kissinger adopted a different line in a memorandum to Nixon on his trip to Moscow. “ Brezhnev and his colleagues displayed obvious uneasiness over the outcome of the German treaties,” he reported, “and made repeated pitches for our direct intervention. The results of Sunday’s election and the FDP defection have heightened their concern, and the situation gives us leverage. I made no commitment to bail them out and indeed pointed out that we had been prepared to assist them through Bahr but had not done so because of the North Vietnamese offensive. We will see to it that we give them no help on this matter so long as they don’t help on Vietnam.” (Ibid.) As Kissinger later explained: “the Soviets’ eagerness to complete these treaties would be one of our assets if Vietnam should reach crisis proportions in the weeks ahead. From our point of view, having the Eastern treaties in abeyance was exactly the ideal posture.” ( Kissinger , White House Years, page 1150)


Assista o vídeo: Kennedy vs. Nixon pierwsza debata telewizyjna (Pode 2022).


Comentários:

  1. Dodinel

    Quero dizer, você permite o erro. Escreva para mim em PM, discutiremos.

  2. Kalrajas

    Certo! Eu acho que essa é uma ótima ideia.

  3. Florismart

    Na minha opinião, você admite o erro. Eu posso defender minha posição. Escreva para mim em PM.

  4. Faunris

    Na minha opinião, alguém aqui se concentrou

  5. Yolrajas

    não pode ser

  6. Gwern

    I have repeatedly read similar posts on English-language blogs, but it does not come out that I did not like your post



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